ALTERAÇÕES LABORATORIAIS EM PACIENTES INFECTADOS COM MALÁRIA POR PLASMODIUM VIVAX PROCEDENTES DA AMAZÔNIA BRASILEIRA NO PERÍODO DE 2010 A 2016

Autores

  • Ana Paula Brandão da Costa Marques
  • Hanna Catarina Campos Silva
  • Juliane Mendes de Jesus
  • Letícia Borges da Silva Heinen
  • Eduardo Rodrigues Alves Junior

Resumo

No Brasil, a maior parte dos casos de infecção malárica se concentra na região amazônica, sendo 90% pela espécie Plasmodium vivax. A compreensão do quadro fisiopatológico do paciente com malária por P. vivax é importante para se obter segurança no acompanhamento e prognóstico da doença pela equipe de saúde. O presente estudo trata-se de uma coorte aberta com 190 pacientes com P. vivax atendidos de 2010 a 2016 em um centro de referência de diagnóstico de malária em Cuiabá, Mato Grosso, Brasil, com objetivo de comparar os resultados de exames do dia do diagnóstico com os resultados do dia do retorno de para verificação de cura considerando nível de significância de 0,05.
Além das características clínicas, foram avaliados 42 exames diferentes compreendendo perfil lipídico, função hepática, fatores de coagulação, proteínas totais e frações, leucócitos totais e diferencial leucocitário, marcadores inflamatórios de acompanhamento, exames hematológicos incluindo parâmetros relacionados a plaquetas, função renal, ácido úrico, amilase e glicose.
Vários são os biomarcadores que indicam o estado fisiopatológico do paciente com malária por P. vivax que por ser uma doença inflamatória sistema apresenta um quadro laboratorial ainda não totalmente explorado que vai além dos exames preconizado pela OMS.

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Publicado

10-09-2020

Edição

Seção

TCC'S